Este cocar nasce do encontro entre o silêncio e a luz.
O branco se manifesta como campo limpo, espaço de respiro, pausa sagrada onde a casa pode se reorganizar energeticamente. Ele não ocupa, ele acolhe. Não impõe, ele harmoniza.
O dourado surge como fio de consciência elevada. Representa o sol interno, a sabedoria ancestral, a prosperidade que não é excesso, mas alinhamento. É a memória do que é eterno, do que sustenta, do que protege sem endurecer. Cada fio carrega intenção.
Cada trama é um gesto de cuidado com o ambiente e com quem habita nele.